QUEM SOMOS NÓS





QUEM SOMOS NÓS?

Acho uma pergunta interessante e ao mesmo tempo perigosa, mas vamos começar pelo início, então somos pessoas que pensam, fazem, respiram, escreve, vivem, transpiram teatro... tudo bem que ainda não escrevemos tanto quanto deveríamos e não fazemos o tanto que gostaríamos, mas fazemos.

Agora falando sério:

Formada em 2009 por Daniela Beny, Marco Antonio de Campos e Arnaldo Ferju para realização do espetáculo "Voo ao Solo" a Invisível Companhia de Teatro foi agregando membros/parceiros/companheiros/amigos de trabalho com o passar do tempo, buscando não uma uniformidade de estilo, mas prezando pela afinidade em relação ao comprometimento com o próprio teatro.
As diferenças de estilo de trabalho, formação, metodologia e referências só vêm a acrescentar no trabalho do grupo como um todo, possibilitando inclusive um intercâmbio de (in)formações interno.
 Bom, abaixo vocês podem ver QUEM somos a INVISÍVEL COMPANHIA DE TEATRO
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Arnaldo Ferju
ARNALDO FERJU
Iluminador, aderecista, figurinista, contador de história e ator

Pesquisador na área estética do espetáculo, Ferju já trabalhou em vários espetáculos em Alagoas, em todas as especialidades acima citadas, podemos citar como os trabalhos mais recentes de destaque "Os infortúnios de uma criança" pela ATA (Associação Teatral das Alagoas, grupo fundado em nos anos de 1950), sendo responsável pela adereçagem dos figurinos e desenho de luz. Iluminação os espetáculos "A Casa de Bernarda Alba" (espetáculo contemplado pelo PRÊMIO FUNARTE MYRIAN MUNIZ 2007 pela Companhia Orquídeas de Fogo) e "Voo ao Solo" já com a Invisível Companhia de Teatro. Como ator, seu último trabalho de destaque foi o espetáculo "Patelin - fé e tramóias" também pela ATA.

Em paralelo as suas atividades como técnico-criador de teatro, tem seu foco de pesquisa e estudo direcionado ao público infantil através de contação de histórias, fundamentado em textos regionais, cordel e na reelaboração de lendas nordestinas, assim como o trabalho de confecção e manipulação de diversos tipos de bonecos e fantoches.
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Daniela Beny
DANIELA BENY
Atriz, dramaturga, encenadora e produtora
daniela.beny@gmail.com
www.territorioflutuante.blogspot.com
http://lattes.cnpq.br/6577658882479446
Seguir a daniela_beny en Twitter
Graduada em Teatro Licenciatura pelo UFAL, esteve envolvida nos projetos acadêmicos de pesquisa  “Dramaturgia maceioense do Século XX” pela UFAL, sob orientação do prof. Dr. Otávio Cabral e componente do grupo de estudo NACE Núcleo Transdiciplinar de Pesquisa em Artes Cênicas e Espetaculares pela UFAL/UFRN, sob orientação da profª Drª Nara Salles.


Iniciou sua carreira profissional em 2003 ainda na Companhia Orquídeas de Fogo, onde participou das montagens: “Foi? É? Neste Caso só Gostaria que fosse!?”  (2003 - como atriz e dramaturga),    “A Arte da Comédia! A Comédia da Arte! Fazer arte é Comédia?” (2004 - como atriz e dramaturga), “3.1 – Três finais para a mesma história”  (2005 - como atriz e dramaturga),  “A Mãe da Debutante”  (2007 - como atriz e dramaturga) e “A Casa de Bernarda Alba” (espetáculo contemplado pelo PRÊMIO FUNARTE MYRIAN MUNIZ 2007 - como atriz).

Em 2008 participou do projeto GEOGRAFIA DA PALAVRA dentro do CENTRO DE APERFEIÇOAMENTO TEATRAL / FUNARTE – SP e montagem de “Os Possessos” (baseado no romance “Os Demônios” de Dostoiewski, adaptação e direção Antônio Abujamra) – temporada em São Paulo.

No regresso à Maceió, ao lado de Marco Antonio de Campos e Arnaldo Ferju, montou o monólogo "Voo ao Solo" dando início assim as atividades da Invisível Companhia de Teatro em 2009. Em 2010 passou a integrar o Coletivo Vermelho de Teatro como atriz e coordenadora de dramaturgia, participando a montagem "Rojo" inspirada na estética de Frida Kahlo e Pedro Almodóvar.

Atualmente vem desenvolvendo sua pesquisa na dramaturgia do cotidiano e na resignificação do texto para os atores/atrizes dentro do processo de montagem.
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Marco Antonio de Campos
MARCO ANTONIO DE CAMPOS
Encenador, ator e arte educador

Iniciou sua trajetória teatral em São Paulo, ao lado de Tó Araújo na Escola Livre de Teatro – Santo André/SP. Chegou à Maceió no início dos anos 90, primeiro com foco no teatro infantil e teatro de fantoches, com o passar do tempo e das proximidades artísticas dirigiu diversas montagens de grupos como Joana Gajuru, ATA, Personas in Cena e Orquídeas de Fogo, começando sua parceria com Daniela Beny para montagem de “A Casa de Bernarda Alba”, desde então a parceria vem se consolidando, ora na relação atriz/encenador ora na relação diretor/produtora.

Assim, como Ferju, seu trabalho se destaca pela preocupação com a estética, criando não apenas uma identidade visual quanto uma textura sonora. Atualmente seu campo de pesquisa são as tragédias pautas em dramas femininos, sejam eles clássicos ou releituras contemporâneas, aproximando mitos e arquétipos do nosso registro cotidiano.

Além das atividades teatrais com a Invisível Companhia de Teatro, atua como arte-educador no projeto social Sua Majestade o Circo, que tem como objetivo proporcionar atividades artistico-culturais e de cidadania com jovens em zona de vulnerabilidade social, atua como coordenador e gestor em diversos pontos de cultura do Estado de Alagoas.

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MARLUCE COSTA
Figurinista, cenógrafa e aderecista

Iniciou suas atividades no teatro como costureira, porém após o espetáculo de rua baseado na Commédia Del'art "A Arte da Comédia! A Comédia da Arte! Fazer Arte é Comédia" pela Companhia Orquídeas de Fogo, debruçou-se na área do figurino com pesquisa aprofundada em cortes das vestimentas, texturas de tecidos e a composição visual do figurino com os outros elementos em cena, assumindo não apenas a confecção, mas assinando a concepção de figurino e cenografia de vários espetáculos.

Outros trabalhos de destaque são “A Casa de Bernarda Alba” "Os infortúnios de uma criança" (concebido em conjunto com Marco Antonio e Ferju). Além da dedicação às artes cênicas, também é uma pesquisadora em artesanato com materiais reciclados, desenvolvendo oficinas junto à comunidades assistidas por projetos sociais, e fios e linhas trabalhando com vários tipos de bordados, indo do tricô a singeleza.
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2014 - um ano de muita pesquisa

Então, desde o final de 2014 o tempo tem sido cada vez mais escasso apenas pelo fator MESTRADO, tão raro que, ao vir atualizar o blog me de...